terça-feira, 8 de março de 2011

Não existe mais rock como antigamente

Não é de hoje que sou fã de rock and roll, principalmente do bom rock alternativo.The Cure encabeça minha lista de bandas favoritas.
Contudo, me frustra quando entro numa loja de discos. Fico estagnada perante a uma vasta lista de opções, mas sem tesão de ao menos palpar algum trabalho. Não vejo mais opções. Ou sou chata em demasia ou, a quem concorda, faço um decreto: estamos carentes de novas opções.

Minha vivência contemporânea me mostra que hoje em dia não se faz mais músicas como antigamente. Imaginem algo que possa ser produzido para suprir a eterna perpetuação de Another brick in the wall, do Floyd, ou mesmo alguém que venha formar uma nova banda e tentar, no mínimo, imitar o impossível: Ian Anderson do Jethro Tull e sua flauta sinfônica em meio ao piano e violino, carregado pelo firme Martin Barre na guitarra. A performance de Mick Jagger nos palcos. A produção, enfim, dos Stones nos shows que se confunde com um gigante espetáculo acústico.

Surgir algo que supra essas inimitáveis feras do mundo rock é divagar que Rubinho Barrichelo andaria igual à Schumacher num carro de Fórmula 1. É pedir para que Osama Bin Laden seja o principal aliado dos Estados Unidos. E mais: é implorar que Jô Soares deixe alguém se destacar mais do que ele em seu programa. É sonhar que Roberto Carlos é o rei. Mas é sim, lembrar que Raul Seixas com sua avançada extravagância, numa época onde poucos não eram bitolados, foi o pai do Rock Brazuca! O verdadeiro rei.

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